fruir e partilhar

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O “carpe diem” que vale, o fruir, é, apesar de tudo, aquele que convoca o fruir dos outros e a minha parte no processo de relação com o mundo. Fruir de alimentos comestíveis, por exemplo, depende muito da minha predisposição para a abertura, para o saborear, para a espera, para o reconhecimento do valor do alimento e, crucialmente, da abertura para partilhar com outros famintos o abundante naco de pão que se me apresenta.