cordeiro de Deus
Na liturgia católica romana deste fim de semana escuta-se Jo 1, 29-34
«eis o Cordeiro de Deus»
A expressão “eis o cordeiro de Deus” é atribuída a João Batista, o dizente de Jesus. Os Judeus tinham o hábito de matar um cordeiro como expressão sacrificial a Deus. Jesus como cordeiro, convoca continuamente as raízes judaicas mas apresenta algumas descontinuidades relevantes: não precisamos mais de sacrifícios de animais para agradar a Deus (o próprio Cristo simboliza essa entrega) e o sacrifício que importa para Deus é o amor que a vida de Jesus testemunha. “Cordeiro de Deus” é uma frase frequente na eucaristia e aponta para celebrar a mais nobre e inspiradora entrega, aquela de morrer por amor. Sublinha-se esta essencialidade à volta da entrega de Cristo, que nos pode tornar precisamente seguidores de Cristo, precisamente cristãos…
NOTA: Este artigo é repetido/adaptado de um outro já publicado neste blog
DOMINGO II DO TEMPO COMUM
L 1: Is 49, 3. 5-6; Sl 39 (40), 2 e 4ab. 7-8a. 8b-9. 10-11ab
L 2: 1Cor 1, 1-3
Ev: Jo 1, 29-34